TAI – Terapia Ajustiva Instrumental

 

TAI – Terapia Ajustiva Instrumental:

“Uma formação única e objetiva como ocorre internacionalmente, baseado na formação original americana e com certificação no final do curso.” Instrutor coordenador: Dr. Pedro Perini

Chamamos nosso método de Terapia Ajustiva Instrumental, por que se baseia no método original que usa o instrumento como um método realmente “ajustivo”, baseado em neurofisiologia e biomecânica articular relacionada a correção da cinesiopatologia articular no complexo subluxação vertebral. Conheça mais sobre o método ajustivo articular, seu histórico e desenvolvimento. 

Por que não chamamos nosso método de Quiropraxia Instrumental? Simplesmente, por que Quiropraxia Instrumental é um termo genérico demais . A quiropraxia por instrumentos é um campo muito vasto, pois se estende desde a aplicação de instrumentos manipulativos de tecidos moles como o método Graston ou IASTM, Petitbone, Quiropraxia Biofísica, NIMO, até outros instrumentos fixos  de mesa que visam o ajuste articular, realmente baseados em avaliação radiográfica  extremamente precisa como o verdadeiro atlas orthogonal, do tipo Table Mounted.

“A fundamentação deste método surgiu na Logan University e associa a base refléxica de Logan Basic, (contado apex e lowforce thrust), análise de comprimento de pernas do TDLC -Thompson Derifield Leg Check e o raciocínio escalonado de ajustes hierarquizados, baseados em subluxações primárias e secundárias, promovendo respostas neurofisiológicas que interagem e conforme são corrigidas promovem alterações instantâneas. A cinesiologia aplicada também se aplica ao desenvolvimento desta técnica.” Dr. Pablo Dias

Nossos instrutores todos tem formação completa em Quiropraxia, bem como formação no Logan Method e no Thompson Terminal Point Technique tendo realizado várias monitorias e treinamentos especiais. Realizamos o Leg Check como é feito originalmente e não contrariando as recomendações de Thompson, no manuseio dos membros inferiores ao realizar o TDLC, trazendo maior fididignidade ao curso.

Inédito no Brasil, o curso promove formação exclusiva com o objetivo de fomentar o conhecimento teórico e prático necessários para o desempenho profissional, no diagnóstico e tratamento das disfunções neuro-músculo esqueléticas através de um programa original baseado em evidências, com todos os protocolos revisados, aperfeiçoados e aceitos pela comunidade científica mundial.

Tem como pré-requisito a formação em Fisioterapia e o conhecimento de anatomia palpatória e biomecânica. Para obter a certificação completa, além de cursar os seminários (básico, intermediário e avançado), é necessário a aprovação em um exame teórico prático.

Técnica de ajuste para correção de desalinhamentos da coluna vertebral ou articulações, sendo um tratamento seguro e confortável, na qual os ajustes com uso de um instrumento que gera disparos de baixo impacto são feitos em pontos específicos da coluna vertebral ou qualquer articulação, visando o tratamento destas quando se encontra em bloqueio que causam lesões osteomusculares, restrição de movimento e dor. É possível notar grande alívio da dor na primeira sessão. Técnica eficaz no tratamento das enfermidades da coluna vertebral e articulares. Pode ser aplicada em pacientes de qualquer idade, e até mesmo em idosos que têm osteoporose.

Conheça mais sobre a Terapia Ajustiva Instrumental, assistindo o slideshow abaixo:

A técnica possui como objetivos:

– Gerar o equilíbrio do corpo através de manipulações precisas e unidirecionais de baixa potência no sentido da correção da disfunção neuro articular. Eliminar bloqueios estruturais, alterações posturais, dores agudas e crônicas, com ajuda de um instrumento mecânico que produz uma vibração simples, suave e eficaz sem estresse para o paciente (Soulier, 2009). Avaliação precisa por leg checking (checagem do comprimento das pernas): forma de exame à procura de subluxações articulares (disfunção somática).

Conceitos históricos:  

Técnica desenvolvida pelos quiropraxistas Alan Fuhr e Warren Lee, em 1967 na cidade de Phoenix, Arizona, tendo origem na escola de Logan (Furh, 2009). Em 1970, o primeiro grupo de quiropraxistas utilizou  procedimentos para detectar subluxações através do monitoramento do comprimento da perna. Mais de 70% dos pacientes com lombalgias apresentavam pernas mais curtas. De acordo com pesquisas, o instrumento é capaz de mobilizar o osso, mas se ocorre o benefício ou não, ninguém sabe  (Osterbauer; Jour. Manip. Phy. Thera; 1992).

     

Fundamentos da técnica

Testes de pressões baseado no conceito neuromuscular, Análise do comprimento da perna (leg checking),  Ajuste através do instrumento. Indicado para o tratamento das restrições biomecânicas, distúrbios posturais, dores agudas e crônicas, com a ajuda de um pequeno instrumento que produz um impulso suave e eficaz para o paciente. Permite ajustes específicos, promovendo a ativação

Avaliação precisa – análise do comprimento da perna e interpretação dos resultados

Foram avaliados 34 pacientes entre dois aplicadores experientes, o resultado demonstra que houve 85% de concordância entre os examinadores.

Indicações da Terapia Ajustiva Instrumental e Vantagens

Disfunções osteomusculares posturais; Diversas patologias , ortopédicas, Artroses; Osteofitoses;  Tendinites; Hérnias de disco;  Dor de cabeça por disfunção cervicogênica (cefaleia de tensão) ou discogênica. Dor de cabeça por DTM (disfunção temporo mandibular). A técnica possui pontos de contato específicos o que confere precisão, além disso a técnica, não é considerada agressiva ao teciso ósseo, pois a força aplicada é controlada, pode ser aplicada com rapidez, os resultados podem ser averiguados pelo terapeuta no momento da aplicação através da análise neurorefléxica, trazendo confiança, na aplicação.

Carga Horária: 40 h em 4 dias

Reconhecimento:

Associação Nacional de Fisioterapia Quiropráxica – ANAFIQ.
Programa de Educação Continuada e Pós-graduação em Fisioterapia Quiropráxica: 12 créditos

Conteúdo Programático

Dia 1 – 10hs

Turno a: Definição, História da técnica, Neurofisiologia e biomecânica, Correlação com outras técnicas, Sistema de avaliação, vantagens, indicações e contra indicações, beneficios, Avaliação com Leg checking e explicação dos testes especificos da técnica (protocolo de varredura), 3 Testes para encontrar as subluxações (isolamento, stress e pressão). Posicionamento e inspeção visual, Indicação dos calçados e vestuário, analise pelo Leg Checking , Testes especificos 1 a 5, Regras Gerais, Etapas, plano de tratamento e Revisão.

Turno b: TAI basico ( Joelho e Tornozelo Medial, Lateral, Ilíacos Anterior e Posterior, SínfisePúbica, Coluna Lombar( L5/L4/L2), ColunaTorácica e Costelas (T12/T8/T6/T4/T1/1ºCostela), CinturaEscapular (Medial e Lateral ) e MMSS, ColunaCervical (C7/C5/C2/C1) e OcciptalPosterior.

Dia 2  10hs

Turno a: revisão e TAI intermediario (Lombar (L3 / L1), Torácica (T11 / T10 / T9/ T7 / T5 / T3 / T2), Costelas Isoladas, Síndrome Facetaria, Esterno, Cervical (C6 / C4 / C3 / C2), Lesões em chicote C5 e C2.

Turno b: TAI intermediario (Base biomecânica para Atlas Ortogonal, Radiculopatias, Occipital (Lateral e Inferior), ATM e Pelve (Sacro / Ilíaco / Cóccix / Ísquio / Púbis)

Dia 3 – 10hs

Turno a: TAI avançado ( umero, ombro, escapulas, claviculas, acromio, cotovelo);

Turno b: TAI avançado ( punho, mão, quadril, joelhos, tornozelos, pé, fascite plantar)

Dia 4 –  6hs

Turno a: Revisão geral
Turno b: Avaliação e revisão com pacientes

Duração:
4 dias (40 horas/aula)

 

PEC – Programa de Ensino Continuado ANAFIQ:

Este curso está credenciado ao PEC – Programa de Ensino Continuado, creditando horas para o programa de obtenção de Título de Especialista em Fisioterapia Quiropráxica. Clique e entenda o PEC.

 

Saiba mais sobre o PEC!

 

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